Poliscas de abrunheiro
Tempo de abrunhos maduros e castanhas do ouriço no chão. Os dias vão a menos e a auga a mais.

Ontem plantei um abrunheiro, de puga, no arrô dos cadulhos duma agra doutrora gesteira. Com ideia de um dia volver transplantá-lo. Para enxertar ou fazer valado.

Há abrunheiros com força nos arrôs, nos valados e nas silveiras. Não deveria fazer falta plantá-los.

Porém, tenho-lhe desde cativo uma especial querença aos espinheiros, por isso de serem bons amigos da horta, das ameixeiras e das pereiras, e levo uns anos que imagino uma chousa inteira, ou pelo menos toda ela na volta, a abrunheiros e espinhos brancos (pilriteiros). Divertimento com tendência prática, pode ser. Também o é até certo ponto andar a provar enxertos.

Tentei há dous anos com a semente, provei o ano passado com a póla, vou agora com puga enraizada a ver como logram.

Entrementes parece que indo cara ao inverno há mais horas para reler a Paula, buscar-lhe a saída ao último verso do centão de Xurxo, e desejar Rosalia avance firme, adiante, desde as linhas onde mistura as notas com as canções de Amália.

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